Gilberto Kassab (de camisa preta na imagem), um político sem voto, sem base popular e sem legitimidade, tenta empurrar goela abaixo uma candidatura presidencial pelo PSD. Não por acreditar num projeto de país, mas por desespero de poder.
Kassab nunca foi líder de massas. Nunca mobilizou ruas. Nunca representou sentimento popular algum. Seu único talento sempre foi sobreviver no sistema, mudando de lado conforme o vento, negociando cargos, favores e benesses. É o símbolo vivo do caciquismo, da política de gabinete, do jogo escondido longe do eleitor.
E agora ele atua como agente de sabotagem da direita. Seu verdadeiro objetivo não é vencer eleição — é confundir, dividir e enfraquecer. Kassab trabalha ativamente para desarticular uma candidatura legitima, como a de Flávio Bolsonaro, criando falsas alternativas, inflando balões de ensaio e alimentando a velha imprensa com narrativas artificiais.
Isso não é “terceira via”. Isso é manobra de bastidor.
Isso é medo de perder espaço num cenário onde o voto popular começa a falar mais alto do que os acordos de gabinete.
A direita precisa abrir o olho. Enquanto uns estão nas ruas, Kassab está nos corredores. Enquanto o povo quer mudança, ele quer permanecer no jogo.
Enquanto o Brasil pede clareza, ele entrega confusão calculada.
Sem voto não se constrói candidatura. Sem povo não há legitimidade. Sem convicção, só sobra oportunismo.
A maior ameaça não vem só da esquerda — vem dos operadores do sistema que fingem neutralidade enquanto sabotam o futuro do país.
Confira o que Nikolas Ferreira disse sobre a atuação de Kassab nos bastidores da política brasileira: